Amostragem de pragas na agricultura


Amostragem e manejo em soja

Amostragem e manejo em soja

Para tomar a decisão de controle de pragas em plantas de lavouras os processos mais importantes são a amostragem, para estimativa real das populações, e a identificação correta das espécies mais freqüentes. Desconhecer a identificação e a população das espécies de insetos, na adoção do manejo de pragas, pode ser comparado à gestão de um negócio sem conhecer a logística e o estoque de produtos. São gestões sem base para tomar decisões eficientes e econômicas.

Mudanças no manejo de pragas

 

Um dos fatores que influenciou no abandono de interesse da maioria dos agricultores na amostragem de pragas, foi o baixo preço de inseticidas piretróides. Resultando na prática de adição de inseticida piretróide aos herbicidas e fungicidas, para controle preventivo de eventuais pragas. Era considerado "barato" e não compensava o tempo gasto em amostragem. Apesar dos alertas de conseqüências negativas nos agentes de controle biológico natural e na potencial seleção de populações de pragas resistentes, o uso de pequenas doses (cheirinho de piretróide) continuou predominando nas lavouras. Hoje, se constatam pragas novas e populações de lagartas e percevejos resistentes às doses de inseticidas que eram recomendadas e eficientes, no passado.

O uso generalizado de fungicidas em soja, também pode estar influenciando a sobrevivência de pragas, pela redução na população de fungos entomopatógenos.

O interesse sobre amostragem de pragas e identificação de espécies está sendo retomado, por causa de perdas acentuadas na produção e também pela necessidade de doses muito elevadas de inseticidas para controle das espécies de pragas, que no passado eram fáceis de controlar.

A metodologia de amostragem de insetos em soja e os níveis de dano para tomar a decisão de controle de lagartas e de percevejos foram desenvolvidos na década de 1970. Nessa época, se produzia 1400 kg de grãos/ha e as cultivares apresentavam grande volume de massa vegetativa.

Trinta anos mais tarde, na década de 2000, a produção média de grãos de soja dobrou, chegando a 3000 kg/ha. A arquitetura das plantas, com a introdução das cultivares RR, levou às mudanças nas estratégias de manejo das lavouras. A população de sementes reduziu de 30 para menos de 15 sementes por metro de fileira. As plantas devem ser manejadas para a melhor relação de índice de área foliar (IAF), de acordo com a fertilidade do solo, espaçamento entre fileiras e as características genéticas de cada cultivar.

Referências: Dirceu N. Gassen
Revista Plantio Direto, edição 103, janeiro/fevereiro de 2008. Aldeia Norte Editora, Passo Fundo, RS.



Escrito por Gustavo às 18h25
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Amostragem e Monitoramento das pragas do Cajueiro

Amostragem e Monitoramento das pragas do Cajueiro

Um grande desafio do produtor é ter que decidir dentre as várias opções de controle das pragas de uma cultura, aquela mais adequada e quando aplicá-la racionalmente. A identificação correta da praga e sua bioecologia, associada à época de ocorrência e a fase de desenvolvimento da planta são informações indispensáveis à determinação do nível de controle e da consequente medida a ser adotada.

O monitoramento das pragas do cajueiro deve ser baseado em um sistema de amostragens e freqüência de observações específicas para cada praga. Para algumas, o nível de controle ou ação é baseado num sistema de amostragem que preconiza o uso de uma escala de notas que variam em função da quantidade de insetos, sintomas ou injúrias. Para outras, o nível de ação é estabeleciedo em função da desfolha ou de simples percentagem de plantas ou órgãos atacados.

A amostragem deve ser realizada com o operador deslocando-se em zigue-zague, de modo que a área possa ser percorrida em toda a sua extensão. A entrada do operador na parcela deve ser efetuada em pontos distintos para cada avaliação semanal.

Em áreas de 1 a 5 ha, amostrar 10 plantas; áreas de 6 a 10 ha, amostrar 15 plantas e áreas de 11 a 15 ha, amostrar 20 plantas. Plantios com áreas superiores a 15 ha, dividi-los em talhões menores.

 

Broca-das-pontas (Anthistarcha binocularis)

 Sintoma de ataque: murcha ou seca das inflorescências, podendo haver ou não acúmulo de goma próximo ao orifício lateral construído pela larva. A lagarta, que pode ser encontrada no interior do ramo brocado, expele excrementos que demonstram sua presença. Amostragem: A amostragem é feita em toda a planta, dividindo-se a copa em quatro quadrantes. Essa praga é avaliada pelo critério de notas descrito a seguir:

0 = sem ataque.

1 = 1% a 20% das inflorescências com sintomas de dano.

2 = 21% a 40% das inflorescências com sintomas de dano.

3 = 41% a 60% das inflorescências com sintomas de dano.

4 = 61% a 80% das inflorescências com sintomas de dano.

5 = 81% a 100% das inflorescências com sintomas de dano.

Freqüência das observações: A cada sete dias, quando a praga foi detectada na amostragem anterior e a cada 14 dias, quando a praga não foi encontrada na amostragem anterior. Nível de ação: Grau de infestação de 40%.

 Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii)

Sintoma de ataque: As inflorescências atacadas murcham e podem secar. A presença de colônias de pulgões, o aparecimento de inúmeras películas brancas, o surgimento de .mela. e fumagina sobre as folhas, panículas e maturis revelam o ataque da praga.

Amostragem: A amostragem é feita observando-se a presença dos insetos nas inflorescências e maturis, e pela presença de .mela. e fumagina em toda a planta. Verifica-se uma panícula (inflorescência) por planta, podendo, no decorrer do percurso, contemplar todos os quadrantes da planta. Para cada planta atribui-se uma nota conforme escala abaixo:

0 = sem pulgão.

1 = poucos insetos na inflorescência.

2 = colônia de insetos na inflorescência.

3 = insetos na inflorescência, nos maturis e início de mela.

4 = ataque generalizado, mela generalizada e início de fumagina.

5 = fumagina generalizada e panículas secas pelos pulgões.

 Freqüência das observações:

A cada sete dias quando a praga foi detectada na amostragem anterior e a cada 14 dias quando a praga não foi encontrada na amostragem anterior.

Nível de ação ou controle: Grau de infestação de 40%.

 Lagarta-saia-justa (Cicinnus callipius).

Desfolhadores

•  Lagarta-dos-cafezais (Eacles imperialis magnifica). Sintoma de ataque: Folhas danificadas e redução da área foliar.

 

Amostragem: Observa-se toda a planta para quantificar a redução foliar, seguindo a escala de notas:

0 = sem ataque.

1 = 1 % a 20 % de área desfolhada.

2 = 21 % a 40 % de área desfolhada.

3 = 41 % a 60 % de área desfolhada.

4 = 61 % a 80 % de área desfolhada.

5 = 81 % a 100 % de área desfolhada.

Freqüência das observações: A cada três dias quando a praga foi detectada na amostragem anterior e a cada sete dias quando a praga não foi encontrada na amostragem anterior.

Nível de ação ou controle: Desfolha de 60% na fase vegetativa e de 40% na fase reprodutiva.

 

Mosca-branca (Aleurodicus cocois)

 

Sintoma de ataque: Presença de colônia de insetos envolvidos por secreção pulverulenta branca na face inferior da folha e ocorrência de fumagina na face superior da folha. O adulto é completamente branco e se assemelha a uma minúscula borboleta.

Amostragem: Em um ramo por planta, observa-se a presença de ninfas e adultos. A mela e a fumagina são observadas em toda a planta. Seguir a escala de notas:

0 = sem mosca-branca.

1 = poucos insetos.

2 = colônia de insetos.

3 = ataque generalizado e início de .mela..

4 = .mela. generalizada e início de fumagina.

5 = ataque generalizado, com .mela. e fumagina generalizadas.

Freqüência das observações: A cada sete dias quando a praga foi detectada na amostragem anterior e a cada 14 dias quando a praga não foi encontrada na amostragem anterior.

Nível de ação ou controle: Grau de infestação de 25%.

 

Percevejos dos frutos

 Percevejo com tíbia em forma de folha (Theognis (=Leptoglossus) stigma). 

 

 

 

FONTE:

Monitoramento de Pragas na Cultura do Cajueiro

Antonio Lindemberg Martins Mesquita

Raimundo Braga Sobrinho

Vitor Hugo de Oliveira

 

 

Fortaleza, CE. 2002.

 



Escrito por Gustavo às 11h17
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Dicas para não ter problemas com pragas nas lavouras

Dicas para não ter problemas com pragas nas lavouras

Primeiro Passo: realize a AMOSTRAGEM e MONITORAMENTO da cultura (soja, milho, algodão, feijão, trigo, arroz, café, seringueira, citros, tomate, etc). Isso significa que deve-se caminhar dentro de toda a lavoura REGULARMENTE, realizando um caminhamento que abrange toda á area cultivada. Toda propriedade agrícola deve ter pessoas disponíveis para "andar bastante" dentro das lavouras. Esses profisionais geralmente são chamados de amostradores, inspetores, PRAGUEIROS. Devem apresentar como características principais: ser de confiança, ter ética, ser treinado para reconhecer as principais pragas

Segundo Passo: Tenha CERTEZA de quais espécies de insetos e ácaros estão ocorrendo na lavoura. Se necessário procure um Engenheiro Agrônomo ou taxonomista que identifique as pragas ou inimigos naturais. NÃO PRECISA APLICAR DEFENSIVOS AGRÍCOLAS SE A PRAGA NÃO ESTIVER PRESENTE. Por incrível que pareça, isso ocorre em muitas lavouras do Brasil. As chamadas aplicações de calendário (pulverizações em determinadas épocas de desenvolvimento da planta, etc) não são permitidas em hipótese alguma. Se quiser fazer estará indo contra os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP) que foram desenvolvidos há várias décadas.

Terceiro Passo: Só aplique algum inseticida ou acaricida quando a espécie encontrar-se em nível populacional capaz de causar DANO ECONÔMICO na cultura. Ou seja, se informe sobre os NÍVEIS DE CONTROLE, NÍVEL DE DANO ECONÔMICO da praga na cultura.

Quarto Passo: Quando o controle é necessário utilize um produto que seja REGISTRADO. Utilize receituário agronômico e CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. Utilize um equipamento que esteja CORRETAMENTE CALIBRADO com a DOSE CERTA e VAZÃO CERTA.

Quinto Passo: se a praga não tiver produto registrado para o seu controle procure informações necessárias para manejar e resolver o problema. Faça contatos com técnicos, pesquisadores, extensionistas.

Sexto Passo: Os inimigos naturais das pragas e insetos benéficos devem ser preservados (joaninhas, tesourinhas, abelhas, etc), pois ajudam controlar as pragas se alimentando delas ou polinizando e aumentando a produtividade das lavouras. Esses artrópodes podem ser chamados de AMIGOS NATURAIS DO PRODUTOR RURAL.

CONCLUSÃO: o produtor só terá problemas com pragas se não seguir os passos anteriores e quiser aplicar produtos sem fazer amostragem, sem utilizar a dose correta do produto. SE QUISER APLICAR PRODUTOS NÃO SELETIVOS AOS INIMIGOS NATURAIS, que na amoria das vezes são baratos e encontram-se em qualquer revenda.

 

 

 



Escrito por Gustavo às 23h23
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Gustavo Luís Mamoré Martins. Engenheiro Agrônomo, MSc. Doutorando em Agronomia. UNESP - Ilha Solteira (SP). O Blog tem como objetivo reunir informações técnicas, científicas e práticas sobre amostragem de pragas (insetos, ácaros, etc) na agricultura, nas diversas espécies de plantas de importância econômica do Brasil.



Categoria: Autor
Escrito por Gustavo às 22h19
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XIII International Congress of Acarology 2010

http://www.cenargen.embrapa.br/ica13/index.php



Categoria: Evento
Escrito por Gustavo às 18h23
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XXI Congresso Brasileiro de Entomologia

http://www.cbe2010.com.br/index.php



Categoria: Evento
Escrito por Gustavo às 18h20
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Plano de amostragem para Dichopelmus notus (Eriophyidae) na cultura da erva-mate

 

Autores: Guilherme Bertoldo; Alfredo de Gouvea, Luis Francisco Angeli Alves.

Ciência Rural, vol.38 no.3 Santa Maria May/June 2008.

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a amostragem presença-ausência para Dichopelmus notus Keifer (Eriophyidae) na cultura da erva-mate. O trabalho foi realizado em plantação comercial, em Cascavel, PR, entre abril de 1999 e julho de 2000. Procederam-se a coletas quinzenais de 240 folhas em diferentes partes de 10 plantas. A contagem dos ácaros nas folhas foi realizada, em laboratório, com auxílio de microscópio estereoscópico. Foi determinado o padrão de agregação com o modelo da potência de Taylor, e também a proporção de folhas infestadas e o número de amostras requeridas foram estimados por análise de regressão. D. notus apresentou distribuição agregada. A proporção de folhas infestadas estimadas pelo modelo matemático mostrou ser um parâmetro confiável para se estimar a densidade populacional do ácaro, sendo que o número de amostras requeridas foi pequeno, o que viabiliza a aplicação prática do método.

Palavras-chave: amostragem binomial, ácaro, Ilex paraguariensis, modelo de Wilson & Room (1983).

Fonte:

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-84782008000300002&script=sci_abstract&tlng=e



Categoria: artigos científicos
Escrito por Gustavo às 17h36
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Amostragem seqüencial (presença-ausência) para Bemisia tabaci (Genn.) biótipo B (Hemiptera: Aleyrodidae) em feijoeiro

Autores: Marcelo F.A. Pereira, Arlindo L. Boiça Jr., José C. Barbosa.

Neotropical Entomology, vol.33 no.4 Londrina July/Aug. 2004.

RESUMO

A amostragem seqüencial (presença-ausência) vem sendo utilizada no manejo integrado de pragas pela rapidez e eficiência, principalmente, para pragas que são difíceis de serem quantificadas. Para o manejo de Bemisia tabaci (Genn.) biótipo B foi desenvolvido um plano de amostragem seqüencial, com base na presença ou ausência da praga em plantas de feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.), independente do seu número. Os experimentos foram conduzidos nas épocas de semeadura "das águas" (2000/01) e "da seca" (2002), em Jaboticabal - SP, utilizando-se área de 1 ha, subdividida em 100 parcelas iguais de 100 m2 (10 x 10 m). Em cada parcela foram avaliadas 10 plantas ao acaso, considerando-se somente se a mosca-branca estava ou não presente. O nível de dano econômico adotado foi de 10% de infestação. A partir dos dados analisados, foram obtidas duas retas: uma superior (S1= 2,7095 + 0,1452n), a partir da qual recomenda-se o controle; e outra inferior (S0= -2,7095 + 0,1452n), até a qual o controle não é recomendado. Pelos resultados verifica-se que a amostragem seqüencial é eficiente na indicação ou não do controle da B. tabaci biótipo B na cultura do feijão.

Palavras-chave: Mosca-branca, manejo integrado de pragas, distribuição binomial positiva, amostragem

Fonte:

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1519-566X2004000400016&script=sci_arttext&tlng=e



Categoria: artigos científicos
Escrito por Gustavo às 17h33
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Amostragem de ácaros em produtos alimentícios armazenados

A amostragem de ácaros de produtos alimentícios armazenados (feijão, arroz, milho, etc) é pouco estudada no meio agrícola. O ambiente artificial criado pelos depósitos e armazéns de grãos armazenados favorece o desenvolvimento de diversas espécies de ácaros, visto que a proteção contra extremos de temperatura permite a alimentação abundante e reprodução durante todo ano. Apesar da ocorrência de grande número de espécies de ácaros nas unidades de armazenamento em diferentes partes do mundo, método de amostragem eficaz não tem sido estudado. O controle desses ácaros geralmente é dificultado pelo fato de eles passarem despercebidos, devido ao seu tamanho reduzido. Várias espécies de ácaros podem atacar alimentos armazenados: Acarus siro L., Tyrophagus putrescentiae (Schrank), Suidasia medanensis Oudemans, Caloglyphus hughesi (Samsinak) e Tarsonemus granarius Lindquist. Essas espécies acarinas podem infestar todos os tipos de alimentos, como queijo, feijão, arroz, ração, etc. Para manejar os ácaros técnicas de amostragem devem ser elaboradas, visando detectar as espécies.

 

 

 

 

 

 



Escrito por Gustavo às 21h25
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Amostragem de pragas em soja, algodoeiro e citros: bases para as demais culturas

Amostragem de pragas em soja, algodoeiro e citros: bases para as demais culturas

A amostragem de pragas em soja, algodoeiro e citros servem de base para outros cultivos de importância econômica. Nessas culturas o sistema de monitoramento, número de plantas amostradas, níveis de controle foram desenvolvidos para as principais pragas chaves. Nessas culturas o desafio atual é: fazer com que os produtores utilizem nas suas lavouras a amostragem. Em algodoeiro e citros o papel do amostrador ou "PRAGUEIRO" responsável pelo monitoramento das pragas já está consolidado. Na cultura do soja, em região de cerrado, a utilização do pano-de-batida para amostrar percevejos e lagartas tem sido pouco utilizado pelos sojicultores.



Escrito por Gustavo às 20h11
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Amostragem de pragas na agricultura

 

Amostragem de pragas na agricultura

O objetivo do blog é apresentar textos, artigos e temas relacionados a amostragem de pragas na agricultura. O alicerce do controle racional de pragas na agricultura (insetos e ácaros) é a utilização do Manejo Integrado de Pragas (MIP). O alicerce do MIP é a taxonomia, amostragem e níveis de controle. Os pilares são representados pelos métodos de controle (controle químico, biológico, resistência de plantas, controle cultural etc). No atual conceito de manejo de pragas, não se justifica aplicação preventiva de produtos químicos (inseticidas, acaricidas, etc). Os produtos só devem ser aplicados quando as pragas atingirem um NÍVEL POPULACIONAL que causem DANO ECONÔMICO na cultura, detectado através da AMOSTRAGEM (monitoramento, levantamento de campo).

 



Escrito por Gustavo às 19h31
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